Cinema

Rayme Assistiu: Philomena

13:00


Título Original: Philomena
Lançamento: 14 de Fevereiro de 2014
Direção: Stephen Frears
Duração: 98 minutos
Gênero: Drama


Quando vi que o filme se tratava de um drama e que era baseado em uma história real, não quis ler mais nada sobre ele. Não li sinopse, não assisti ao trailer, enfim, não vi mais nada. Cheguei com o coração aberto e pronta para me emocionar, e foi exatamente isso que me aconteceu. O filme é lindo. Te fará rir e chorar. Com certeza ele te emocionará.

Em primeiro momento conhecemos a Philomena Lee, na Irlanda nos anos de 1950, que após uma transa com um desconhecido, engravida e é obrigada pelo pai à ir morar em um convento. As irmãs dali cuidam do filho de Phil e de outras mulheres que estão ali na mesma situação que ela, em troca dos trabalhos prestados por elas para o convento. As irmãs fazem de tudo para mostrar o quanto Phil e essas outras mulheres estão erradas, e tratam isso como um grande pecado. O filho de Phil é mandado para adoção, e ela fica, por anos, inconsolável.


O tempo passou e agora o garoto está completando 50 anos e Phil decide tentar reencontrá-lo. Ao conhecer, por intermédio de sua filha, um jornalista chamado Martin Sexsmith, ele logo se dispõe em ajudá-la. Phil e Martin embarcam para os Estados Unidos atrás de respostas.


O filme tem um lado bastante religioso mas não apenas por se tratar de um cenário de igreja e tudo o mais, mas também pelo fato de Martin não crer nisso. É interessante o fato de que, por mais que Philomena tenha uma fé inabalável, ela aceita as escolhas de Martin, sem criticá-lo. Mas gostaria de ressaltar que, apesar do filme ter todo este cenário religioso, este não é o ponto central do filme. Tem aquela velha história de que “religião não se discute” e eu até concordo com isso, e mesmo você não gosta de filmes com este tema, não deixe de assistir Philomena, pois ele vai muito além disso.


Philomena não aceita que a culpa de seu filho e ela terem crescido longe um do outro seja das irmãs do convento, e ao buscar resposta junto a elas, a ingenuidade da protagonista faz com que a história se torne agoniante, pois é visivel que as irmãs tem respostas, mas que não querem se abrir com ela já que a anos atrás ela assinou um documento dizendo que abria mão de seu filho, e que não voltaria atrás desta decisão.

Apesar de o diretor não ter optado tanto pela dramaticidade da história, é impossível não se emocionar, se entristecer, rir e torcer junto com a Philomena. Apesar do fardo que a velha senhora carrega nas costas, ela vive sua vida sempre de bom humor. Este é um filme que eu indico de olhos fechados para qualquer um. Da mesma forma que ele me emocionou, espero que emocione muitos outros por ai…

Extra: No Brasil, o livro recebeu o nome de O Filho Perdido de Philomena Lee, escrito por Matin Sixsmith, e lançado pela Editora Planeta.

Você pode gostar disso

2 comentários

  1. Opaaa, não conhecia, mas é impossível não querer ver/ler!!!!

    Vou ficar de olho bem aberto.

    Beijo, Van - Blog do Balaio
    balaiodelivros.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  2. Oi Rayme!

    Um amigo também viu esse filme e adorou! Eu adoro a Judi Dench, então quero ver também.

    Beijos,

    Sora - Meu Jardim de Livros

    ResponderExcluir

Obrigada pela visita!

Sinta-se em casa e se gostar do post, não esqueça de comentar.

Beijos!

Último vídeo

Assista também: